Imagine um trem. Ele só consegue andar porque existe uma ferrovia, com trilhos conectados e em ordem. Se essa sequência é interrompida, a locomotiva para e só volta quando o caminho é reconstruído. Essa é a analogia que descreve a lógica de uma nova solução para o desafio de milhares de brasileiros que perderam os movimentos do corpo após lesões na medula.
A medula é o caminho para que os comandos do cérebro se espalhem pelo corpo. Quando ela sofre uma lesão, os estímulos não conseguem mais passar. Até pouco tempo, não havia esperança de “reconectar esses trilhos”. Hoje, ela existe e tem nome: Polilaminina.
“É uma droga que vai ser um divisor nas águas do tratamento do traumatismo raquimedular hoje em dia”, afirma o médico Dr. Victor.
Leia Mais