Até a última semana de fevereiro, Maria Teresa do Vale Oliveira, de 75 anos, já travava uma difícil batalha diária: conviver com a neuralgia do trigêmeo, uma condição neurológica que provoca dores tão intensas que são descritas por médicos como a ‘pior dor do mundo’.
Desde o temporal que atingiu Juiz de Fora em 23 de fevereiro e deixou 66 mortos, a situação piorou. Além da dor, Maria passou a lidar com o trauma da tragédia, que desalojou centenas de pessoas, incluindo ela e a família. A aposentada foi obrigada a deixar a casa onde viveu por mais de 40 anos, no bairro Monte Castelo.
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