O processo de recuperação judicial do Tupi Foot Ball Club sofreu uma reviravolta na última quinta-feira (16). O desembargador Alberto Vilas Boas, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), deferiu um pedido de efeito suspensivo que paralisa a execução do Plano de Recuperação Judicial (PRJ) do clube. A decisão atende a um recurso da empresa ACTS do Brasil Ltda., que, conforme o documento, seria detentora de 40% dos créditos quirografários do Tupi – R$ 2.705.992,68 de um universo de RS 6.705.426,70.
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