Um dispositivo ‘made in Minas’ de extrema relevância para a medicina, mais especificamente para o coração. Em Belo Horizonte, próximo a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a multinacional norte-americana Abbott, tem uma unidade em cujas dependências funciona uma empresa que confecciona e distribui produtos médicos para o mundo inteiro.
Das mãos de profissionais ultra qualificados são produzidas e suturadas válvulas biológicas cardíacas, capazes de prolongar a vida de pacientes com problemas cardiovasculares, como insuficiência aórtica ou regurgitação (quando a válvula não fecha perfeitamente, permitindo que o sangue bombeado retorne para dentro do coração de forma ineficiente) e estenose aórtica (quando a válvula fica rígida e estreitada, dificultando a abertura total e impedindo que o sangue saia do coração para o resto do corpo), alguns deles com sintomas como cansaço, falta de ar e dor no peito.
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