A violência contra idosos em Juiz de Fora, raramente, chega de fora. Na maior parte das vezes, atravessa a rotina, ocupa o espaço da casa, senta à mesma mesa e vem de quem chama a vítima de “mãe” ou “pai”. Entre janeiro e maio, os filhos apareceram como suspeitos em 51,7% das denúncias registradas no município pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), a partir do Disque 100. O índice é 14,4% maior do que o observado no mesmo período do ano passado.
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