Uma organização criminosa especializada em clonagem de cartões e fraudes bancárias movimentou R$ 45 milhões em menos de cinco anos, segundo a Polícia Civil. O balanço foi divulgado pela Polícia Civil na terça-feira (16), após a deflagração da segunda fase da operação “Estorno”.
O grupo era liderado por jovens de 20 a 30 anos que utilizavam o dinheiro dos desvios para financiar um estilo de vida de alto padrão, com viagens e roupas de grife. Ao todo, 10 pessoas já foram presas desde o início das investigações. Os nomes não foram divulgados.
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